Indicadores econômicos hoje 📊

Os números que movem seus investimentos, reunidos num só painel. A taxa Selic e os juros dos EUA definem o custo do dinheiro; a inflação corrói (ou preserva) o seu poder de compra; e o fluxo de investidores na B3 mostra quem está comprando e vendendo na bolsa. Tudo atualizado automaticamente, com histórico e as próximas reuniões. Clique em cada indicador para ver os detalhes.

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Dólar (USD/BRL)

Câmbio
cotação · PTAX

O dólar está caro ou barato hoje? Valor justo estimado, se quem se mexe é o real ou o dólar, e o placar das forças que movem o câmbio.

⚖️ Vereditoanalisando…
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Taxa Selic

Brasil
juros básicos · COPOM

A taxa básica de juros do Brasil, definida pelo COPOM a cada ~45 dias. Baliza o CDI, a renda fixa e o crédito.

📅 Próxima decisãoa definir
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Juros dos EUA

Fed
faixa-alvo · FOMC

A taxa do Federal Reserve move o dólar e o apetite por risco global. Quando sobe, o capital tende a sair de emergentes.

📅 Próxima decisãoa definir
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Inflação Real

RAP vs IPCA
12 meses · cesta real

O Rico aos Poucos calcula sua própria cesta de inflação (IPCA-R) e compara ao IPCA oficial do IBGE. Veja onde os preços realmente subiram — e por que o índice oficial pode diferir do que você sente no bolso.

📅 Próxima divulgação do IPCAa definir
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Fluxo na B3

Bolsa
estrangeiro · últimos 3 meses

Quem está comprando e vendendo na bolsa: estrangeiro, institucional e pessoa física. Saldo líquido, direto do Boletim da B3.

🔄 Atualizaçãoa cada pregão · ~18h–19h, após o fechamento
Ver fluxo da bolsa

Como esses indicadores conversam entre si

Nenhum indicador vive sozinho. A Selic é a ferramenta do Banco Central para controlar a inflação: quando os preços sobem demais, o COPOM aumenta os juros para esfriar o consumo; quando a inflação cede, abre espaço para cortes. Por isso a página da Selic e a da inflação devem ser lidas juntas.

Os juros dos EUA são o termômetro do mundo. Quando o Fed sobe a taxa, o dólar se fortalece e parte do capital estrangeiro deixa mercados emergentes como o Brasil — movimento que aparece, em tempo quase real, no fluxo de investidores na B3. Acompanhar o saldo do estrangeiro ajuda a entender por que a bolsa sobe ou cai mesmo sem notícia local.

Para o investidor, a leitura conjunta vale mais do que qualquer número isolado: juros altos favorecem a renda fixa e o caixa; inflação alta exige proteção (imóveis, dólar, IPCA+); e o fluxo estrangeiro antecipa a direção da bolsa e dos fundos imobiliários.

Perguntas frequentes

Quais são os principais indicadores econômicos para o investidor?

Para quem investe no Brasil, os mais relevantes são a taxa Selic (juros básicos definidos pelo COPOM), os juros dos EUA (definidos pelo Fed), a inflação (que corrói o poder de compra) e o fluxo de investidores na B3 (quem está comprando e vendendo na bolsa). Juntos, eles explicam o custo do dinheiro, o apetite por risco e a direção dos preços.

Por que a Selic e os juros dos EUA importam para a bolsa e os FIIs?

Juros altos tornam a renda fixa mais atraente e pressionam para baixo os ativos de risco, como ações e fundos imobiliários. Quando a Selic sobe, parte do dinheiro migra da bolsa para o CDI; quando o Fed sobe os juros nos EUA, o dólar tende a se fortalecer e o capital estrangeiro pode sair de mercados emergentes como o Brasil.

Com que frequência os indicadores são atualizados?

Automaticamente, pelo servidor: a Selic após cada reunião do COPOM (~45 dias), os juros dos EUA após cada reunião do FOMC, a inflação a cada divulgação mensal e o fluxo da B3 a cada pregão, com base no Boletim Diário do Mercado.