O HGRE11 (Pátria Escritórios FII) registrou cotação de R$ 120,20 no pregão de 08/07/2026. O preço é atualizado em tempo real durante o horário de negociação da B3 (10h às 17h20) — a cotação ao vivo aparece no topo desta página. O valor patrimonial por cota (VP) está em R$ 147,39 (referência mai/2026), o que coloca o P/VP em 0,82 — um desconto de 12% sobre o patrimônio real do fundo. Esse desconto representa a diferença entre o preço de mercado e o valor dos imóveis do fundo menos os passivos.
Com 144.500 cotistas e patrimônio líquido de R$ 1,74 bilhão, o HGRE11 é o maior FII de escritórios corporativos do Brasil por número de cotistas. O volume médio diário de negociação é de aproximadamente R$ 2,4 milhões. Para análise aprofundada sobre dividendos ou valuation, consulte as páginas dedicadas a cada tema neste site.
O HGRE11 é um Fundo de Investimento Imobiliário de tijolo, segmento Lajes Corporativas. Diferentemente dos FIIs de papel (que investem em CRIs), o HGRE11 detém propriedade direta de 13 edifícios de escritórios — lajes corporativas alugadas a empresas e instituições de saúde. A renda do fundo vem dos aluguéis pagos pelos inquilinos, reajustados anualmente por IPCA (51% dos contratos) ou IGP-M (49%).
A área bruta locável (ABL) total é de 144.305 m², distribuída em três estados: São Paulo (concentra 86% do valor patrimonial), Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. O portfólio é composto predominantemente por edifícios Classe A e AAA, que representam 75% do valor dos imóveis. A tese do fundo é a recuperação do mercado de escritórios premium em São Paulo com a redução da Selic e o retorno ao trabalho presencial.
É tijolo — o fundo compra e aluga imóveis físicos. Cada cota representa uma fração da propriedade de edifícios reais. O resultado do fundo vem dos aluguéis recebidos menos as despesas de administração e vacância. Não confundir com FIIs de papel como HGCR11 (que investe em CRIs).
O portfólio do HGRE11 está em um processo ativo de reciclagem e consolidação. Em 2025, a gestão Pátria vendeu edifícios de menor qualidade (Berrini One parcial, Faria Lima, Curitiba, Transatlântico) e concentrou o fundo nos ativos premium. Os principais edifícios são:
Os dois maiores locatários — Totvs (23% da receita) e Vivo (23% da receita) — somam 46% do total. Ambos têm contratos de longo prazo renovados em 2026, elevando o WALE (prazo médio ponderado) para 4,9 anos. Os demais locatários incluem Befly/CVC (14%), Hospital Sírio-Libanês (8%), BP Saúde, Rede D'Or e outros 40 inquilinos menores.
A vacância total está em 5,8% física e 4,4% financeira (abr/2026), resultado de uma redução expressiva desde o pico de 14% em 2024. Os ativos com maior vacância remanescente são o Jatobá (23,2%), Guaíba em Porto Alegre (21,1%) e Teleporto no Rio de Janeiro (19,8%).
O HGRE11 é gerido pela Pátria Investimentos (ex-CSHG, Credit Suisse Hedging-Griffo), a maior gestora independente de FIIs do Brasil, com mais de R$ 38 bilhões sob gestão em Real Estate. A Pátria assumiu o fundo com a aquisição da CSHG em 2022 e deu uma guinada operacional em 2025: reduziu vacância em 8,2 pontos percentuais, executou desinvestimentos estratégicos com lucro e blindou os principais contratos. O fundo existe desde maio de 2008 — 18 anos de histórico —, com retorno acumulado de 449,8% desde o IPO.
As taxas são alinhadas ao segmento: 1,0% ao ano de taxa de administração (sobre valor de mercado) e sem taxa de performance. A taxa de custódia é de 0,007% ao ano. O Banco Genial S.A. é o administrador e escriturador (CNPJ 45.246.410/0001-55). O fundo tem alavancagem de 2,3% — um CRI de R$ 39,7 milhões a CDI+1,22% vinculado ao ativo Chucri Zaidan, com vencimento em 2028.
O HGRE11 historicamente negociou entre P/VP 0,70 (pico de vacância e Selic alta) e 1,10 (ciclos de escritórios aquecidos). O nível atual de P/VP 0,82 está abaixo da média histórica, refletindo o desconto típico de fundos de tijolo no ciclo de juros elevados. Com queda da Selic e a melhora operacional documentada, a expectativa é de compressão desse desconto ao longo de 2026-2027.
HGRE11 é o Pátria Escritórios FII (ex-CSHG Real Estate), um FII de tijolo com 13 edifícios de lajes corporativas em SP, RS e RJ. PL de R$ 1,74 bilhão, 144.500 cotistas, P/VP 0,82 e WALE de 4,9 anos após renovações de Totvs e Vivo em 2026.
É tijolo — o HGRE11 detém propriedade direta de 13 edifícios de escritórios. A renda vem dos aluguéis cobrados dos inquilinos, não de juros de CRIs. Não confundir com FIIs de papel como HGCR11.
O P/VP atual é 0,82 — desconto de 12% sobre o VP de R$ 147,39. A cotação de R$ 120,20 está abaixo do valor patrimonial dos imóveis do fundo (descontados os passivos), o que representa potencial upside de valorização.
13 edifícios com 144.305 m² de ABL total, distribuídos em 3 estados: São Paulo (maioria), Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Os maiores são Sêneca (26.963 m², Totvs), Chucri Zaidan (22.810 m², Vivo) e Martiniano (20.060 m²).
Os dois maiores são Totvs (23% da receita, Sêneca, contrato até 2033) e Vivo/Telefônica (23% da receita, Chucri Zaidan, contrato até 2031). Juntos somam 46% da receita total. Outros inquilinos: Befly/CVC (14%), Sírio-Libanês (8%), BP Saúde, Rede D'Or e mais 40 empresas.
5,8% física e 4,4% financeira em abril/2026 — redução expressiva ante os 14% de vacância de 2024. Os ativos com maior vacância remanescente são Jatobá (23,2%), Guaíba/Porto Alegre (21,1%) e Teleporto/RJ (19,8%).