FII de galpões logísticos em São Paulo e região
Como escolher FIIs sem depender de lista pronta
Escolher fundo não é achar o que paga mais: é decidir quais regras você exige e ver quem passa. As perguntas abaixo são a ordem que usamos para analisar os 454 fundos — cada uma vira um critério na régua ao lado.
Comece por uma pergunta pronta
ou monte a sua na régua abaixoFII de crédito imobiliário atrelado à inflação
FII de shoppings diversificado pelo Brasil
FII de crédito imobiliário pós-fixado — gestão Kinea/Itaú
FII de galpões logísticos e industriais em 12 estados
Fiagro de crédito do agronegócio de baixo risco
FII de empréstimos imobiliários de risco alto — gestão Kinea
FII de tijolo multicategoria — contratos atípicos
FII de shoppings com gestão ativa e 19 anos de histórico
FII de crédito imobiliário corrigido pela inflação
Fundo de fundos imobiliários com gestão ativa
FII híbrido de crédito imobiliário e cotas de outros FIIs
Fundo de fundos (FoF) em transição para multiestratégia
FII de papel CDI puro com lastro residencial
FII de crédito imobiliário de gestão ativa
FII de galpões logísticos de alto padrão
FII de papel multicategoria — CRIs de setores variados
FII de crédito imobiliário multiestratégia e pulverizado
Fundo de crédito em infraestrutura com renda isenta de IR
FII de imóveis alugados de volta (sale-leaseback)
FII de crédito imobiliário pulverizado focado em Sul
FII de crédito imobiliário diversificado, indexado ao IPCA
Fundo de fundos imobiliários do Banco do Brasil
Fundo de infraestrutura de renda atrelada ao CDI
Depois de escolher
índice de filtros medido em —Como escolher — perguntas frequentes
1. O dividendo cabe no que o fundo gera?
Esta é a primeira pergunta porque é a que mais engana. Compare o payout: se o fundo distribui mais de 100% do que gerou nos 12 meses, a diferença saiu de reserva, de venda de ativo ou de receita não recorrente — e isso tem prazo para acabar. Um fundo com yield menor e payout de 85% costuma ser mais confiável que um com yield alto e payout de 120%.
2. A cota está cara ou barata — contra o quê?
Contra três referências, não uma: o valor patrimonial (P/VP), o preço justo calculado pelo fluxo projetado, e a mediana dos pares da mesma classe. Estar abaixo de um só pode ser coincidência; abaixo dos três é desconto de verdade.
3. Que risco vem junto?
Dívida sobre patrimônio e LTV para saber se o fundo está alavancado; vacância para tijolo; inadimplência para papel; concentração para saber se a receita depende de um locatário ou de um devedor. Risco não é ruim — risco não medido é.
4. Dá para sair quando eu precisar?
Liquidez é o critério que ninguém olha até precisar. Volume médio diário e o número de dias para vender R$ 10 mil sem derrubar o preço dizem se o fundo cabe no seu tamanho. Fundo excelente e ilíquido vira prisão.
5. Quem administra já entregou antes?
O track record medido compara o retorno patrimonial do fundo com o IFIX na janela inteira de vida dele — mede decisão contra resultado, não intenção. Gestora que destruiu valor em ciclo bom merece desconfiança.