(mono-ativo Edifício Continental Tower)
Segmento: Escritórios (Lajes Corporativas) · Cotação R$ 69,48 · P/VP 0,9421 · VP/cota R$ 73,75 · Patrimônio R$ 232 Mi · 778 cotistas · 1 ativos
O CJCT11 (Cidade Jardim Continental Tower FII) é um fundo imobiliário do segmento Escritórios (Lajes Corporativas). (mono-ativo Edifício Continental Tower)
Esta página é a ficha do CJCT11 em 2026: o que o fundo é, no que investe, quanto cobra, quem administra e como chegou até aqui. Opinião, nota e recomendação ficam na análise; calendário e projeção de rendimento ficam em dividendos.
Gestão: Hedge Investments.
A Hedge Investments atua como administradora (via Hedge Investments DTVM Ltda.) e gestora (via Hedge Investments Real Estate Gestão de Recursos Ltda.) do fundo. A gestora administra uma plataforma diversificada de FIIs, incluindo HGBS11 (shoppings), HLOG11 (logístico), HREC11 (recebíveis) e outros produtos imobiliários. Sede à Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.600, 11º andar, Itaim Bibi, em São Paulo.
No CJCT11 a gestora vem executando desde 2021 uma estratégia clara de reposicionamento do ativo via subdivisão dos conjuntos originais em conjuntos menores, com seis pavimentos já reformados e 86% desses pavimentos reconfigurados locados. Em maio/2026 a gestora atualizou o regulamento para adaptá-lo à Resolução CVM 175 e à transparência de Taxa Global da ANBIMA. A governança é adequada, com reportes mensais detalhados e avaliação anual do ativo por empresa independente.
Cota negocia a 11% de desconto sobre o valor patrimonial, refletindo o cenário de vacância elevada e DY inferior ao CDI. Para comparação, o P/VP médio do segmento de lajes corporativas está próximo de 0,85-0,95.
último fechamento R$ 69,48 · mínima histórica R$ 46,10 · máxima R$ 70,00 · valor patrimonial por cota R$ 73,75.
Desde a primeira integralização em dez/2010, a TIR líquida anualizada do fundo é de apenas 2,91% a.a. líquido (cerca de 23% do CDI líquido no período). A trajetória foi marcada por ciclos de vacância elevada, inclusive com queda da cota de R$ 100 para a casa dos R$ 65, e pela tentativa de reposicionamento via subdivisão de lajes. A venda parcial em 2022 e a amortização contribuíram para enxugar o fundo. Desde 2024 a ocupação vem se recuperando de forma gradual, mas a renda corrente ainda fica bem abaixo do potencial estimado.
| Período | O que aconteceu |
|---|---|
| IPO | Primeira integralização em 28/12/2010, com cota inicial de R$ 100,00 e foco em 19 unidades do Edifício Continental Tower. |
| REFORMAS | Início da estratégia de subdivisão das lajes em conjuntos menores. |
| VENDA | Alienação de 6 conjuntos da Torre Continental por R$ 65 milhões, resultando em lucro base caixa e amortização de cotas. |
| 11º PAVIMENTO | Implantação da estratégia de subdivisão do 11º pavimento em 4 conjuntos, totalmente locado em 16 meses (1101, 1102, 1104 e 1103, este com vigência desde jan/2026). |
| ATUAL | Fundo com 73% de ocupação, 34 conjuntos locados nos andares reformados e proposta avançada para mais 309 m². Regulamento atualizado para a Resolução CVM 175 e transparência de Taxa Global ANBIMA. |